R foi minha cunhada. Durante meu 2º casamento ela passou uns dois meses morando conosco, porque havia brigado com o marido, que a colocou pra fora de casa. Não sei exatamente o que houve, mas um belo dia ela chega em casa com uma bolsa grande, chorando e, é claro, que a minha então esposa a acolheu.
Formalidades na 1ª semana. Na 2ª ela já estava bem a vontade. E parecia que ficava ainda mais a vontade longe dos olhos da irmã. Darei um exemplo que resume tudo: estou lendo sozinho no meu quarto, ela entra sem bater, vestindo um camisetão e diz:
- Não quero atrapalhar. Só vou pegar uma toalha…
Se estica para pegar a toalha na última prateleira do guarda roupa, deixando a calcinha aparecer, dá uma sentadinha na cama, pergunta o que estou lendo, eu respondo e olho para os seios dela, cujos bicos estão salientes por baixo do camisetão. Ela diz que não vai mais atrapalhar, coloca a mão sobre a minha perna e vai embora.
R tinha uns 40 e poucos anos na ocasião. Nunca tinha reparado muito nela. Mas como estávamos dividindo uma certa a intimidade, ví que o corpo não estava tão acabado quanto imaginava. Ainda tinha uma bunda bem atraente e os seios pareciam interessantes. As diversas rugas do rosto não estavam tão coerentes asssim com o restante do conjunto.
Um certo dia eu chego do trabalho e percebo que esqueci as chaves. Toco a campainha e ouço a voz dela:
- Quem é?
- Eu, L.
- Já vou…
- Eu, L.
- Já vou…
Ela abre a porta enrolada em uma toalha e me fala:
- Tava entrando no banho…
- Eu esqueci a minha chave.
- Ainda bem que eu não tava no banho, se não eu ia te atender toda molhada…
- Eu esqueci a minha chave.
- Ainda bem que eu não tava no banho, se não eu ia te atender toda molhada…
Fui para meu quarto, tirei os sapatos, liguei para minha mulher, que estava na casa da mãe dela (a mãe dela é aquela sogra que eu comi algumas vezes) e me deitei na cama. De repente, R abre a porta com a toalha enrolada e os cabelos molhados:
- Posso pegar o secador?
- Claro… Entra…
- Claro… Entra…
Eu já não aguentava mais tanta insinuação. Esses exemplos são apenas repetições de outras situações. Ela fazia questão de me provocar. Sempre enrolada com alguma toalha ou querendo mostrar as coxas me perguntando se eu achava que ela precisava fazer algum procedimento estético. Sempre arrebitando a bunda pra mim para pegar algo no chão. Bastava a minha mulher, irmã dela, olhar para o lado, ela vinha com alguma coisa pra cima de mim.
Fui tomar um banho para acalmar. Eu já tava ficando pirado de tesão, com vontade de enfiar a minha pica na fendinha da minha cunhada. Mal liguei o chuveiro e ela bate na porta:
- Você tem um Gilette para me empresar.
- Tenho. Gritei para ela ouvir.
- Posso pegar?
- Eu levo para você, estou no banho…
- Me fala onde tá. Eu pego. Posso entrar? Disse ela já entrando.
- Tá bom…
- Tenho. Gritei para ela ouvir.
- Posso pegar?
- Eu levo para você, estou no banho…
- Me fala onde tá. Eu pego. Posso entrar? Disse ela já entrando.
- Tá bom…
Ela entrou, olhou para mim, olhou para o meu pau através do box de vidro. Quando ela achou o aparelho na gaveta e tava indo embora, eu desliguei o chuveiro e chamei ela.
- Vem cá.
- Aí, desculpa… Já tô indo.
- Não, vem cá.
- Que foi?
- Tira a tolha.
- O que você tem?
- Você tá me vendo nú e eu quero te ver nú. Assim a gente fica quite.
- Ela desenrolou a toalha e ficou parada na minha frente.
- Aí, desculpa… Já tô indo.
- Não, vem cá.
- Que foi?
- Tira a tolha.
- O que você tem?
- Você tá me vendo nú e eu quero te ver nú. Assim a gente fica quite.
- Ela desenrolou a toalha e ficou parada na minha frente.
Os seios dela eram deliciosamente bicudos, com uma aureola marrom, contrastando com a pele branca. A vulva estava bem peluda.
- Quer tomar banho comigo?
- Acabei de tomar.
- Mas desta vez vai ser especial. Eu é quem vai te ensaboar.
- Acabei de tomar.
- Mas desta vez vai ser especial. Eu é quem vai te ensaboar.
R entrou no box comigo. Liguei o chuveiro e comecei a passar o sabonete pelo corpo dela. Pelas costas, braços. Ensaboei as coxas, as pernas… Depois fui para a barriga até chegar nos seios. Passei minhas mãos cheias de sabonete nos seios cujos bicos despontaram com meus toques. Para finalizar fui para a vulva, sentí os grandes lábios dela nos meus dedos e encerrei com uma bela lavada no rego, com direito a uma leve entradinha no rabinho.
Eu estava delirando de tesão, mas quando fui beija-la, ela recusou. Aceitava apenas frios selinhos. Meu caralho estava duro como ferro e as veias totalmente saltadas. Tinha de esvaziar as minhas bolas já. E ela começou a fazer doce:
- Aí, L. Não é certo fazer isso com a minha irmã…
- Não é certo você ficar me provocando tanto. Agora que a gente chegou até aqui não dá mais para voltar.
- Não é certo você ficar me provocando tanto. Agora que a gente chegou até aqui não dá mais para voltar.
Peguei a mão dela e coloquei no meu caralho. Ela segurou, mas não fez nenhuma graça. Aí eu descarreguei o que estava preso na minha garganta:
- Você vive explorando a minha mulher. Sempre vem com essa cara de coitada, de abandonada. Pede um dinheiro e vai embora. No dia do aniversário dela você nem liga. Mas quando precisa de dinheiro, do carro emprestado, de um supermercado e tantas outras coisas você vem correndo. Eu nem falo mais nada, porque quando eu falo que vocês a exploram, ela fica brava comigo. E agora você também quer o marido dela, então vem aqui!
E peguei meu pau e balancei para ela.
- Eu sei que você come a nossa mãe. Ela mesma me falou. Você ajuda a gente, eu sei que você é que paga tudo. E aproveita para querer comer todo mundo também. E a minha irmã sabe que você transa a nossa mãe. Mas a mãe disse que não é para ela brigar com você por isso, senão você pode acabar tirando a “mesada” da família. Minha irmã te ama, não quer perdê-lo por nada. Por isso ela deixa você trepar com a nossa mãe. Assim você não arruma outra por aí, e fica tudo na família. Minha mãe me encoraja pra dar para você, também.
Meu pau ainda estava duro, mesmo depois de tanta revelação. Eu bancava toda a família da minha então esposa. E as mulheres queriam me agradar. Eu comia a minha mulher, a mãe dela e agora estava prestes a comer a minha cunhada. E todos mamando na minha teta, ou melhor, no meu pau.
Pensei: foda-se!
Parti pra cima da R. Ela estava resistindo. De pé mesmo, no box do chuveiro, coloquei as mãos dela na parede e fui tentar penetrá-la por trás. Ela recusou.
Foi então que ela se agachou e começou a me masturbar. Empurrei a cabeça dela para que engolisse minha pica, porém ela resistia. Mas continuava me masturbando. Ela tocava uma pra mim e as vezes dava umas lambidas nas minhas bolas ou uma massageada. As vezes passava o dedo ao redor do meu cú.
Quando meu pau começou a formigar ela o mirou no seu mamilo. Um leve e contínuo jorro de porra começou a sair. Ela acelerou a punheta e os jatos explodiram sobre os seios de R. Um jato mais potente foi parar no rosto dela, quase na boca.
Os seios de R estavam cheios de esporradas. Ela ficou massageando as tetas as duas mãos, ficando aquele gel seminal sobre seu corpo.
- Tá mais calmo? Disse ela.
- Estou…
- Estou…
Tomamos uma ducha para ela tirar os resíduos do meu sêmen e eu para me recompor.
Depois da ducha ela foi para o quarto de hóspedes. Fiquei deitado, pensando no que ela tinha falado. A minha mulher sabia que eu comia a mãe dela e deixou a R de bandeja para eu comer. Fiquei pensando os motivos de tanta passividade. Só pode ser um: dinheiro. Eu virei a galinha de ovos de ouro da família.
Mas eu queria mais da R. Queria terminar de esvaziar dentro dela. Fui até o quarto onde ela estava, entrei sem bater. Ela estava deitada, nua.
Deitei sobre ela com meu caralho já recomposto, duro, louco para entrar na xoxota da R. Ela estava parada, sem reação. Fui penetrando até as bolas esmagarem na porta da buceta peluda dela. Olhei pra trás e ví nosso reflexo no grande espelho do quarto. Ela com as pernas bem abertas, eu com a rola enterrada nela, e as minhas bolas pra fora. Fui metendo com força e ela parada, olhando para o nada. Como uma prostituta no fim do dia. Como se tivesse que dar para mim. Aquilo foi me dando um tesão louco. Quanto mais longe estava o olhar dela, mais excitado eu ficava.
Tirei o pau de dentro dela, virei-a de frente para o espelho e fui comer ela de quatro. Ela estava com a cabeça encostada no colchão, com a bunda grande arrebitada para mim. Eu meti na vagina dela, olhando para o espelho. A bucetinha começou a umedecer. Meti com força, me deliciando com as nadegas moles que sacudiam com as estocadas.
Tirei a rola e falei para ela abrir bem o rabinho. Ela, ainda deitada, com a cabeça apoiada no colchão colocou uma mão em uma nadega e a outra, na outra, deixando o cuzinho pronto para receber a minha pica. Foi o que fiz. Fui metendo devagar. Tava muito apertado. Minha rola estava preta de tanta vontade de entrar alí. Até que o anel foi devastado e a glande foi parar lá dentro do intestino dela. Fui metendo com muita vontade. Cobri ela com meu corpo e agarrei as tetonas dela. Apertei com gosto, enquanto arregaçava o rabinho apertado e gostoso na minha cunhada. Larguei um dos seios e dei um puxão no cabelo dela. Que tesão ver aquela aproveitadora totalmente dominada.
Descarreguei minha porra no cuzinho dela. Conforme eu lançava os jatos de sêmen, mais eu enterrava. Quando finalizei, tive o prazer de tirar o meu pau e ver o meu letinho espesso escorrer para fora daquele buraquinho apertado, cheio de pregas que foram por mim alargadas. Escorreram e foram se acomodar na bucetinha dela, se misturando com os seus líquidos.
Mal terminei de meter e pensei nela a na minha mulher disputando meu pau com R. Pensei na minha mulher chupando minhas bolas enquanto R fazia um boquete. Pensei na R mordiscando meus mamilos e minha mulher batendo uma pra mim. Pensei em como seria estar com as duas na cama, com quatro mãos me satisfazendo, trocando as bucetas, quatro seios para eu chupar, duas bundas para eu contemplar. Comer uma e masturbar a outra, chupar uma e acariciar a outra. Pensei que poderia estar também com a minha então sogra, realizando uma fantasia de comer as três ao mesmo tempo: esposa, sogra e cunhada.
Isso vai me custar muito caro, pensei… E de fato foi muito caro.
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