Ninfeta gostosa – O início

Este conto contém fatos reais e fantasias. Fica por conta da sua imaginação definir o que é cada um.
Me chamo Pam e o fato mais relevante sobre a minha vida é: sempre fui louca por sexo.
E quando eu digo sempre, é sempre mesmo.
Desde muito novinha adorada me esfregar nos travesseiros e cobertores, sempre sentia prazer nisso, mesmo não sabendo o que estava fazendo.
Minha história começa muito cedo. Sou parte de uma grande família, somos 20 primos ao todo, sendo 10 meninas e 10 meninos. De todos os primos, sempre fui mais apegada a duas, pela idade. Júlia era 1 ano mais velha que eu, morava na cidade, e Maitê, era minha vizinha.
Tenho 21 anos, e o que vou contar agora aconteceu ha muitos anos atrás. Como morávamos em uma área rural, brincávamos muito juntas, e a Júlia nos visitava bastante.
Sempre percebi algo diferente nas duas. Éramos próximas, mas por várias vezes me deixavam de fora das brincadeiras. Algumas vezes Maite dizia: “no seu próximo aniversário nós contamos nosso segredo.” Claro que sempre morri de curiosidade.
O tempo passou e finalmente chegou meu tão esperado aniversário! Como sempre, minha mãe fez uma festinha na minha casa, com toda a família, e claro Julia e Maitê estavam presentes, e pediram para dormir lá em casa. Eu, muito ansiosa, sabendo que seria revelado o misterioso segredo, insisti com minha mãe, que arrumou uma grande cama na sala para as três, e foi deitar assim que acabou a festa.
As duas não paravam de cochichar, até que Maitê falou: “Pam, hoje vamos te contar nosso segredo.” e meus olhos brilharam.
Julia disse: “Nós temos uma brincadeira secreta, que acho que você vai gostar bastante”
Maitê: “A gente brinca de casinha, de um jeito diferente…”
Julia: “A Maitê é o marido e eu sou a esposa. Você pode ser a amante se você quiser.”
Já fiquei animada com a situação. “Mas porque é secreta? A gente sempre brinca de casinha…” Júlia: “Porque essa é diferente, a gente brinca sem roupa. É assim oh, vamos começar e você entra na brincadeira.”
Concordei e prestei atenção. As duas deitaram juntas, Julia disse que ia dormir e chamou Maite pra deitar. Pro meu espanto, Maite tirou a calcinha da Julia e começou a chupar sua bucetinha. Logo senti uma coisinha na minha buceta, e fiquei louca pra experimentar. Quando terminou, ja era de manhã na brincadeira, e Julia disse que ia trabalhar. “Vai Pam, agora é sua vez.”
Entrei no clima e “cheguei na casa”, Maite fez o mesmo, me deitou na cama, quando tirou minha calcinha e me chupou, eu sabia que ia querer brincar muito disso.
Pouco tempo depois da minha “iniciação”, Julia se cansou da brincadeira, mas eu e Maite continuamos. Todo fim de semana a convidava pra dormir na minha casa, com muitas intenções, e ela nunca negava. Maite sempre amou chupar minha buceta, sempre muito submissa, e eu aprendi com ela a me aproveitar, fiz ela me chupar quando e quanto eu quisesse por muitos anos.

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