Minha sogra faz questão de me agradar

Depois que comi a minha sogra a primeira fez tudo ficou bem. Meu relacionamento com ela se tornou ainda melhor. Apesar dos problemas dela com a minha mulher (contei isso no outro post), a Dona L até que estava explorando menos e a fase estava melhor.
Num domingo de manhã, minha mulher me acorda e diz que eu preciso ir a feira para pegar algumas coisas para a mãe dela e ainda entregar na casa da minha sogra. Que belo programa!
Lá vai eu escolher tomate, alface, salsinha, etc. Depois eu ainda levei tudo na casa dela. Neste momento eu só tinha comido ela uma única vez. Quando eu chego lá, suado e cheio de sacolas, louco para ir embora para não me encrencar, eu digo:
- Está tudo aqui, Dona L.
- Ah, meu filho… Deus lhe pague… Toma um suco… Senta um pouco…
Eu já ví essa história. Falei para ela que tinha de ir, mas ela disse:
- Não dá problema não. Eu não vou falar nada pra minha filha. Mas é que me sinto tão sozinha. Ninguém me visita mais. E quem vai querer essa velha aqui? Aquele dia que você veio aqui e aconteceu aquilo tudo eu não fico um dia sem lembrar. Você sempre foi tão generoso com a gente. Ajudou tanto a minha filha e as irmãs dela. Me ajuda sempre. Você é ocupado mas nunca deixou faltar nada. Você é um filho para mim.
- Mas Dona L, é por isso que não dá para a gente ter nada. Você me vê como um filho. É estranho. Aquele dia a gente acabou indo pra cama mas não é isso o que eu quero. Não quero mais essa coisa de vida dupla… Ainda mais com a senhora, que é minha sogra.
- Meu filho, tá tudo em casa. Eu tenho orgulho da minha filha ter você, um homem de verdade, diferente dos outros genros que você sabe. Todos uns encostados e vagabundos. Eu é que queria ter tido um marido como você. Vem aqui, meu filho. Vem deitar um pouco na minha cama.
Acabei indo e ela me pediu para ficar sem roupa. Deitei e com o pau mole fiquei alí. Ela se sentou do meu lado e começou a beijar meu pau. Beijou o pau, o saco, cada uma das bolas… Ficou uns 10 minutos beijando e esfregando o rosto. Depois ela abriu os botões da camisa, tirou o sutiã e esfregou os peitos dela no meu pau.
Com o pau duro, porque não tem jeito, quanto a coisa é tocada ele sobe mesmo. Me afastei e virei de lado na cama de solteiro e disse:
- Tira a roupa, Dona L, e vem aqui do meu ladinho.
Ela se despiu e deitou de lado, com as costas para mim, eu abri bem as pernas dela, fiz uma leve massagem na boceta peluda com a cabeça do meu pau e fui colocando ele devagarinho, sentido cada centímetro que a minha rola avançava dentro do corpo dela. Eu dava uma tiradinha para pegar um pouco do mel que ia se formando logo na entrada e colocava pra dentro de novo. Fiz isso varias vezes até que entrei com tudo, deixando apenas as bolas pra fora. Minha sogra dava um gemidinho gostoso e se estremecia.
Enquanto meu caralho entrava e saia com calma eu fiquei contemplando o corpo dela, acariciando os seios caídos com bicos grandes e negros, e trocando selinhos e toques de ponta de língua. Ela me dizia: como você é gostoso e cheiroso. Que piroca boa… me come… me come mais… mete em mim… mete mais…
Virei ela para um frango assado bem caprichado, arregacei as pernas dela deixando o joelho tocar o colchão e fui metendo com força tirando quase o pau para fora da buceta peluda da dona L e enfiando até as bolas. Ela não tirava o olho dela dos meus olhos. Igual ao que minha esposa faz quando estamos fazendo amor. Reparei que as duas eram muito parecidas nas expressões do sexo.
Fui metendo, curtindo a expressão de desejo daquela mulher quase idosa. que me dizia: vai, me filho… vai, meu filho… E a buceta dela estava cada vais mais deliciosamente encharcada.
Uma coisa que eu amo na minha mulher é que eu sei que ela sente muito prazer comigo. Ela me faz sentir que sou um garanhão. Que meto muito. A minha sogra me dá essa mesma sensação, de me sentir desejado. De saber que não sou um pau qualquer, mas um pau especial.
Ela respirava forte e ofegantemente e sempre dizia “aí que gostoso… aí que delicia”. Senti que ela gozou mais de uma vez, sem fazer escândalo, mas gemendo tão gostoso, com gritinhos leves de dentro do pulmão.
Eu estava morrendo de vontade de gozar dentro dela, mas queria fazer diferente. Desengatei da buceta e com ela ainda deitada enfiei meu cacete dentro da boca dela. Ela segurou e ficou passando a língua na minha glande vermelha escura que estourava de tesão, me masturbando ao mesmo tempo, esperando o jato de sêmen. Senti os tremores na minha musculatura das pernas e o líquido seminal passando por minha uretra, abrindo o caminho para os jatos. O primeiro gotejamento serviu de aviso para dona L de abrir bem a boca. Com a boca bem aberta mirei lá dentro enquanto o vai em vem da mão de dona L continuava. Dei um uro alto e o primeiro jato de porra foi pro fundo da garganta. O segundo jato foi para o mesmo lugar e os demais para as paredes internas da boca. Foram vários jatos até esvaziar a minha próstata. Enchi a boca dela de porra. Nem eu sabia que tinha tanta porra assim. Eu estava tão excitado que aquilo me esvaziou.
Minha porra toda dentro inundando a boca da dona L. Eu disse para ela engolir: Engole pra mim. Quero ver. Me dá esse presente. Ela fechou os olhos e pude ver o movimento por fora do pescoço dela levando meu esperma para dentro. Depois ela ainda me fez um boquete, sugando o finalzinho da porra.
Caí na cama de cansaço. Minha sogra ficou do meu lado. Parada, com um sorriso no rosto e ainda acariciando meu pau mole e exausto.
Voltei pra casa e minha mulher já foi falando:
- Nossa, a minha mãe gosta mais de você do que de mim. Ela me ligou, disse que você levou tudo direitinho e ficou te elogiando. Pode? E faço isso e ela não fala nada. Disse ela cheia de ciumes. Imagina se ela descobre que além de legumes eu também deixei todo o meu leite lá…

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