Incesto Ajudando a irmã a perder a virgindade

Sou Cássia, tenho 25 anos, sou mignon mas com seios e bundinha durinhos e empinados, além de uma bocetinha lisinha com um grelinho saliente do melhor tipo para se chupar e dedilhar. Sou casada há dois anos com Carlos, um mulato com coxas grossas, bumbum redondo e uma pica grossa de tamanho normal, mas cheia de disposição para meter a toda hora.
Sempre fui safada, comecei a me masturbar muito cedo, sem nem saber o que fazia. Uma amiguinha de nove anos me perguntou se eu gostava de passar a mão na minha perereca, e eu fiquei olhando para estarrecida, e falei que não, que era suja de xixi. Ela riu e disse para eu experimentar e não deixar meus pais verem. Fiquei meio enojada no início, mas acabei não resistindo e tentei a minha primeira siririca naquela noite, e nunca mais parei.
Uns dois anos depois, fui brincar com uma amiga novinha como eu, e ela começou a me contar que tomava banho com os pais e que os dois a esfregavam todinha. Ela disse que gostava principalmente de quando eles lavavam a sua perereca. Eu perguntei se não tinha vergonha e ela me disse que não, que achava aquilo gostoso. Logo me perguntou se eu não queria experimentar. Relutei um pouquinho, mas acabei indo com ela para atrás da casa e baixando a minha calcinha, foi a primeira vez que permitir alguém tocar na minha bocetinha. E logo ela colocou a minha mão na bocetinha dela, estava molhadinha, meus dedos deslizavam, mas tivemos que parar logo, pois sua avó quase nos flagrou tocando siririca uma na outra.
Depois disso acabei sossegando a xaninha, fiquei apenas me masturbando sozinha, até conhecer meu marido aos 23 anos e, por incrível que pareça, ainda com o cabacinho ainda intacto. Durante o namoro eu acabei permitindo alguns avanços. Logo ele estava tocando siririca em mim e eu punheta para ele. Enfiava o dedo no meu cuzinho, mas o cabacinho eu conservei até casar. Cheguei a pagar alguns boquetes no quintal de casa com a vizinha olhando e provavelmente tocando uma siririca em nossa homenagem.
Logo estávamos casados, minha bocetinha engolindo gulosamente a pica de Carlos, pagando boquete para ele em ônibus de viagem, batendo punhetinhas carinhosas nas praias do Rio e deixando, sempre que possível, alguém nos observar. Eu adorava quando alguém nos via. Fodíamos três, as vezes quatro, vezes por dia. Eram orgasmos deliciosos, memoráveis ao ponto de as vezes os vizinhos escutarem meus gemidos loucos de tesão.
Minha irmã Cristina, ao contrário de mim, sempre foi muito pudica. Com 22 anos nunca tinha namorado nem tinha o costume de tocar siririca. Eu sempre falava com ela do meu arrependimento por ter dado tão tarde. Mas eu pelo menos tocava siririca sempre, experimentei as carícias de uma amiguinha, e fiz meu marido gozar com boquetes, dignos de uma puta, antes de me casar. Mas ela me dizia que ela não tinha jeito, não sentia desejo nem por homens e nem por mulheres. Tentei excitá-la colocando um filminho pornô com um casal que metia de todas as formas possíveis e imagináveis, quando estava passando uns dias em nossa casa, e nada. Num outro dia coloquei um filme de ménage feminino e percebi que ficou meio vermelha, e os biquinhos do peito redondo e firme ouriçado. Olhei para os biquinhos salientes e falei:
- Hum, Cris acho que sua boceta está meladinha. E caí na risada.
Ela ficou puta e negou logo. Comecei falar:
- Os biquinhos estão durinhos porque? Confessa vai, está com o grelinho piscando.
Ela continuou a negar e eu falei:
- Então prova! Deixa eu passar a mão no seu grelinho para ver, se tiver seco nunca mais falo em sexo com você.
Eu tanto pertubei que ela acabou deixando. Levantou a saia e baixou a calcinha, revelando uma xaninha que era o oposto da minha. A minha é lisinha com o grelinho saliente, e do tipo capo de fusca, a dela era aparada mas peludinha e com o grelinho escondidinho. Olhei nos olhos dela e passei o indicador do grelinho até o cuzinho. Ninguém nunca tinha passado a mão naquela bocetinha virgem, e aquilo me deixou molhada na hora. Comecei a fazer um vai e vem por toda a boceta dela até que ela soltou um gemido rouco e alto e me disse:
- Nossa, como isso é gostoso.
Nós duas acabamos gargalhando na hora. Peguei sua mão e comecei a esfrega-la na boceta dela até que gozasse. Quando fui colocar a mão dela na minha boceta e ela ficou envergonhada e fugiu para o quarto de hóspedes da minha casa.
Meu marido chegou em seguida, e perguntou porque eu estava sem calcinha no meio da sala, sabendo que a puritana da minha irmã estava em nossa casa. Respondi:
- Não faça perguntas, apenas me foda aqui na sala.
- Mas aqui, Cássia? E se sua irmã nos pegar no flagra?
Não respondi, apenas abri sua calça e puxei sua pica e comecei a pagar um delicioso boquete. Deitei no sofá e fizemos um frango assado selvagem, com ele atolando a pica até as bolas na minha boceta. Em determinado momento ouvimos um ruído próximo a sala. Ele sussurrou:
- Temos companhia. Sua irmã está nos olhando do corredor e tocando siririca. Falou estarrecido e excitado.
Fiquei de quatro e só disse:
- Me fode!
Gozamos como loucos, com minha irmã assistindo e siriricando no corredor. Ela correu para seu quarto. Nós ficamos exaustos no sofá, ainda nos acariciando e rindo.
No jantar, coloquei uma camisola preta transparente e sem nada por baixo. Meu marido com apenas uma cueca de seda disse:
- Cunhadinha, até ontem usei short, mas hoje você viu meu pau e com certeza não se importará por eu estr com algo mais leve, né? Rimos
Minha irmã meio sem jeito, não disse nada, mas olhou na direção do pau dele na hora, que imediatamente começou a endurecer. Ao ver aquilo, acabei fiquei excitada também, já minha irmã ficou roxa de vergonha. Eu já louca por uma sacanagem maior, disse:
- Carlos, quando Cris fica vermelha é porque está com a bocetinha molhadinha. Agora roxa do jeito que está, deve ter mel escorrendo de perna abaixo, amor. E ri um bocado.
- Hum, mel escorrendo? Adoro beber melzinho, amor. Mas será verdade? Só tocando para saber. Disse meu marido.
Eu respondi logo:
- Ué, toca! Minha irmã nos olhou meio boquiaberta, mas levantando da mesa parou na frente do meu marido e puxou a saia cima, ainda calada.
Eu peguei a mão do meu marido e comecei a passar na parte interna dos joelhos da minha irmã pudica e virgem. Fui levando a sua mão por entre as pernas até pertinho da boceta. Já dava para sentir o seu mel. Levei a mão dele até a calcinha dela e alisamos juntos, eu e meu marido, a boceta da minha irmã por cima da calcinha molhada. Puxei a calcinha de lado e levei o dedo do meu marido até seus pelos pubianos, e fui introduzindo ele em sua buceta. Primeiro no grelinho e depois na vagina e, finalmente, no cuzinho dela. Ela não resistiu e gemeu alto. Eu e Carlos trocamos um olhar cumplice e, enquanto ele massageava o grelo dela e ela gemia, abaixei sua calcinha e tirei seu vestido, deixando a nua em nossa cozinha. Nos dois não paramos de acaricia-la e a deitamos na mesa da cozinha. Juntos, eu e meu marido, abrimos suas pernas e começamos a lamber sua boceta, sugar seu grelo e a dedilhar seu cuzinho. Ela gemia alto, falava palavrões e exigia que sugássemos seus seios e sua boceta. Eu e Carlos nos revezamos durante um bom tempo entre os biquinhos rosados de seus seios cheios e firmes e sua bocetinha peludinha, até que ela gozou gritando bem no meio da nossa cozinha. Enquanto ela ainda estremecia arreganhada sobre nossa mesa, posicionei a pica dura do meu marido na entrada da sua boceta e me encaixando por trás dele, o empurrei lenta e firmemente para dentro dela até que quebramos o seu cabaço juntos. Meu maridinho não aguentando de tanto tesão acabou gozando logo, afinal não é todo dia que a esposa ajuda o marido a tirar o cabaço da própria irmã. Abaixei minha cabeça no meio das pernas da minha irmã e bebi até a última gotinha de porra do meu marido a sair de sua bocetinha, com direito a uma última sugadinha no seu grelo.
Agora adivinhem só quem não deixa de nos visitar? Claro que é a Cris, e sempre fodemos os três. Hoje ela já chupa a minha bocetinha e suga meu grelo deliciosamente, além de dar o cuzinho de forma adorável. Mas isso fica para o próximo conto. Lambidinhas molhadas nos paus dos meninos e nos grelinhos meninas.

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