ela adorava o tio e mesmo grávida transou com ele

Estela estava grávida de 5 meses, quando foi visitar o tio Geraldo em seu sítio. Foi para descansar e ao mesmo tempo rever o tio muito querido. Os dois tinham um segredo guardado a sete chaves. Ela transara com ele várias vezes quando solteira. E mesmo depois de casada, já haviam transado duas vezes, uma delas com o marido dormindo no quarto ao lado.
Agora, grávida, foi à casa dele com o intuito de descansar mesmo. Não imaginava em transar, mas depois que chegou lá e viu o tio e ele a beijou muito na boca, a vontade de transar reapareceu e ela se dispôs.
Estavam os dois, apenas os dois e mais ninguém, sentados no quintal da casa, tomando um chá e conversando, quando ele pediu que ela ficasse de pé, queria vê-la. Ela se levantou, ele olhou, passou a mão na barriga já proeminente, beijou-a por cima do vestido. Ficou com a mão na barriga dela, sentindo os movimentos do bebê.
- Deixa eu ver essa barriga direito, deixa Estela? Tire a roupa!
- Tio!
- Deixa, querida!
Ela não conseguia resistir aos pedidos dele. Então tirou o vestido e ficou só de calcinha. O tio ficou doido. Que coisa linda ali na sua frente! Voltou a passar a mão na barriga dela, mas a mão foi até os seios.
- Já tem leitinho?
Ela deu uma gargalhada.
- Claro que não, tio maluco! Mas mesmo sem leite eu deixo você mamar… está doido prá isso, não está?
- Você me conhece, sabe que sempre gostei!
Então ele mamou à vontade, deixando Estela excitadíssima.
- Tira a minha calcinha, titio! E já que estamos no clima tira sua roupa também!
Era tudo o que o tio Geraldo queria ouvir. Puxou a calcinha dela e rapidinho tirou sua roupa toda. Sentou na mesa e esperou. Sabia que ela iria chupa-lo, ela sempre gostou.
E ela, de fato, veio chupa-lo. Não por muito tempo, pois era difícil para ela ficar agachada com aquela barriga. Depois de chupar, ela sentou-se no pau dele, como nos velhos tempos, mas esqueceu que estava grávida. Não deu conta de ficar pulando nele.
- Vamos ter de fazer diferente, tio. Deixa eu deitar ai na mesa.
Deitou-se de costas e ele a penetrou de frente, metendo devagar. Sabia que não podia ser com muita força, para não machucar a criança. Foi enfiando e tirando suavemente, o que até fez com que tudo demorasse mais tempo e permitisse a ambos gozarem. Não foi um gozo frenético como antigamente, mas foi legal, agradável. O que não seria possível era o que faziam antes, trepar três, quatro vezes num dia. Foi só aquela e o pau dele teria de esperar a criança nascer e Estela se recuperar para ela voltar a passear ali no sitio. E dar para o tio de quem ela gostava tanto!

Nenhum comentário:

Postar um comentário