comi a gostosa na biblioteca

Era vespera de prova, penúltimo semestre da universidade e estavamos lá os dois a trocar olhares na sala de aula, conversar sobre a matéria entre relances de atenção á aula. Ela sentava uma cadeira à frente e direita de mim, de modo que eu podia contemplar por completo o físico escultural daquela branquinha de cabelos curtos, lábios volumosos e quadris avantajados.
Tinha um jeitinho de nerd, óculos de garrafa e sapatinhos apertados, cílios grossos. De vez em quando ela pegava a garrafinha dela e colocava o bico inteiro na boca da garrafa, dava um gole e soltava a garrafa fazendo um estalo com a boca, aí que tesão, por essa altura eu já imaginava o que aquela gostosa de óculos de nome tão belo não poderia fazer com aquela boca, com aquels lábios carnudos, meus corpos cavernosos já começavam a ter um pé d’água. E que rabão ela tinha, coisa de chamar a atenção mesmo aquele rabão rebolando pelos corredores da universidade. A aula de botânica estava muito boa, mas difícil prestar a atenção, por motivos um tanto óbvios. O mais surpreendente é que ela gostava de dar umas olhadinhas maliciosas para mim enquanto tragava aquela garrafinha d´água. Ao termino da aula nos colocamos a conversar novamente, e como as provas já iam se aproximando ela, um tanto para minha surpresa (ou não…) me convidou para uma tarde de estudos na biblioteca central. A primeira coisa que me veio à mente foram as cabines de estudo, recintos fechados, cada um com grandes mesas de madeira ao centro. Da minha época de natação já me lembrava do meu professor, em certa ocasião, que tinha estudado educação física na mesma universidade, me falando daquelas salas de estudo, de quantas gostosas tinha pegado ali. Imediatamente então, associei a oportunidade com os fatos. Naquela noite nem bati punheta, era preciso economizar porra para o grande dia, para o grande coito.
Lá estavamos os dois, naquela fastidiosa tarde de estudos, com pilhas de livros do botânica, glossários, anotaçãoe se toda aquela parafernalha em cima da mesa. Como nós dois eramos fãs de estudo, logo assimilamos o conteúdo e exaurimos nossos estudos, como percebi que aquela gata era cheia de subliminares eu fui logo dando umas investidinhas; peguei na mãozinha dela, ela não teve reação negativa quanto a isso, soltou um sorrizinho, e outro, e mais outro…
Começamos a trocar carícias, meu caralho foi se inchando, meu períneo completamente inchado e meus epidídimos estourando de esperma; pensei, é agora! Estavamos lá agarrados, a única preocupação era não deixar a equipe da biblioteca notar que algo fora do comum estava acontecendo ali, mas aproveitei que naquele horário o movimento de pessoas era baixo para atacar. Sugeri a ela, num cochicho na orelhinha dela que ela se pusesse embaixo da mesa e começasse a fazer com minha piroca o mesmo que ela fazia com aquela garrafinha d´’agua. Ela ficou vermelhinha, não entendeu de início mas foi logo se soltando, perguntou se ninguém ia ver e eu tive de convence-la que as chances de alguém espiar o que estava acontecendo ali eram mínimas. Meu caralho àquela altura já estava um bastão de baseball com a cabeça roxa igual uma azeitona king size. Esperei para o segundo de glória e então comecei a sentir aquela boca molhada, aquela garganta úmida, babada e saliventa chupar os meus decímetros até o toco, botar a pressão certa, fazer o jogo certo-ela sabia, e como sabia. Sabia tanto que ainda usou os dedinhos para acariciar meu saco, com aquelas unhas maquiadas, gostosas. Que puta maravilhosa era aquela nerdzinha. Gostosa, safada, linguaruda essa piriguete. Ela foi alternando entre punhetas e boquetes, nunca deixando o rítmo cair, sabia o que estava fazendo, até que um jato de porra meu caiu na lingua dela e ela teve um engasgo, cospiu a porra fora igual uma puta de bordel.
Quando ela voltou a si já estava escuro e ela me confessou que queria o pagamento em foda, na casa dela, pois os pais tinham viajado e horas depois lá estava eu a meter minha pica quilométrica naquela xanareca babada quente e e úmida. Ela soltava gemidos esturrecedores e o colo do útero dessa puta era uma delícia, sua bocetinha peqeuna apertava emu caralhão e eu podia sentir as contrações dos aneis vaginais daquela égua. Gozei uma torrente. Nunca mais esqueci aquela puta, ela estava sempre em minhas futuras trepas, punhetas e sonhos priápicos.

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