Era época de prestar o vestibular, então tinha que vir para a capital do estado onde moro (minha família é do interior). E nessas horas, era uma sorte grande ter um familiar que morava na capital, no caso, meu tio, irmão do meu pai. E, mais do que isso, o fato dele me considerar como um filho seu, se dando super bem comigo, e para atestar isso, as várias fotos nos álbuns aqui de casa com ele me segurando no colo quando eu era bebê ainda. Lembro, depois, muito vagamente, quando eu tinha pouco menos de 10 anos de idade, de assistir ao seu casamento. Com a tia foi a mesma coisa, me dava super bem. Diziam que gostavam muito de crianças, daí porque eu era frequentemente o centro das atenções quando as famílias se reuniam. Mas, pouco tempo depois, eles se mudaram para a capital e nunca mais os vi, se bem que voltaram uma ou duas vezes para visitar a cidade que deixara, principalmente quando nasceu seu filho, o meu primo, mas sempre dei o azar de não conseguir vê-los por uma ou outra razão.
Mas, agora iria conhecê-lo, bem como matar as saudades dos meus tios. Lembro que cheguei uns dois ou três dias antes do vestibular, isto porque eu quis assim, pois se dependesse da vontade deles, teria chegado um mês antes, tal era a vontade deles.
Lembro do dia da minha chegada, aliás lembro de toda a minha estada! Meu tio se penitenciava por não poder me esperar na rodoviária, por causa do seu trabalho, por isso me ligava de 5 em 5 minutos, “Pega um táxi e diz que quer ir na Rua tal, perto do cruzamento tal, etc, etc.” “Já chegou?” “Onde vc está agora?” Era muito engraçado! Numa dessas ligações, disse que tentaria chegar em casa para almoçar comigo, mas que achava quase impossível, de modo que provavelmente estaria só a tia e o meu primo. “Tio, dá nada não! Não vai estragar seu dia só por minha causa!”
Depois, lembro da alegria da tia quando abriu a porta do apartamento, do abraço apertado, da sua bochecha grudada na minha. “Entra! Entra! Ó teu tio vai tentar voltar, mas acho difícil. Cidade grande, trânsito complicado!” “Mas vem que vou te mostrar o quarto que você vai ficar! Junto com teu priminho!” Ficamos conversando por uns minutos e como era perto do meio-dia, me perguntou se eu não queria tomar banho – ‘tirar o ônibus do corpo’ – antes de almoçar e esperar pela volta do primo que ainda estava na escola. Concordei, “Arrã!” Aí ela avisa sobre o trinco estragado da porta do banheiro, ou seja, que a porta fechava, mas que não dava para chavear, que o tio sempre esquecia de consertar, etc, etc.
Então, já quase no fim do banho, ouvi o ranger da porta! Puta que pariu, pensei no mesmo segundo! Acho que não fechei direito. E agora? A sorte é que o box ficava no canto, fora da visão de quem entrava na peça. Quando mal me passou pela cabeça a ideia de enrolar a toalha para ir fechar a porta, tomei um tremendo de um susto ao ouvir a voz da tia em meio a risos: “Sou eu! Não fica encabulado que eu não olho!” Relembrando a cena enquanto escrevo, achei engraçadíssimo o nervosismo e a atrapalhação que tomaram conta de mim para me enrolar rápido na toalha.
Lembro do dia da minha chegada, aliás lembro de toda a minha estada! Meu tio se penitenciava por não poder me esperar na rodoviária, por causa do seu trabalho, por isso me ligava de 5 em 5 minutos, “Pega um táxi e diz que quer ir na Rua tal, perto do cruzamento tal, etc, etc.” “Já chegou?” “Onde vc está agora?” Era muito engraçado! Numa dessas ligações, disse que tentaria chegar em casa para almoçar comigo, mas que achava quase impossível, de modo que provavelmente estaria só a tia e o meu primo. “Tio, dá nada não! Não vai estragar seu dia só por minha causa!”
Depois, lembro da alegria da tia quando abriu a porta do apartamento, do abraço apertado, da sua bochecha grudada na minha. “Entra! Entra! Ó teu tio vai tentar voltar, mas acho difícil. Cidade grande, trânsito complicado!” “Mas vem que vou te mostrar o quarto que você vai ficar! Junto com teu priminho!” Ficamos conversando por uns minutos e como era perto do meio-dia, me perguntou se eu não queria tomar banho – ‘tirar o ônibus do corpo’ – antes de almoçar e esperar pela volta do primo que ainda estava na escola. Concordei, “Arrã!” Aí ela avisa sobre o trinco estragado da porta do banheiro, ou seja, que a porta fechava, mas que não dava para chavear, que o tio sempre esquecia de consertar, etc, etc.
Então, já quase no fim do banho, ouvi o ranger da porta! Puta que pariu, pensei no mesmo segundo! Acho que não fechei direito. E agora? A sorte é que o box ficava no canto, fora da visão de quem entrava na peça. Quando mal me passou pela cabeça a ideia de enrolar a toalha para ir fechar a porta, tomei um tremendo de um susto ao ouvir a voz da tia em meio a risos: “Sou eu! Não fica encabulado que eu não olho!” Relembrando a cena enquanto escrevo, achei engraçadíssimo o nervosismo e a atrapalhação que tomaram conta de mim para me enrolar rápido na toalha.
Ela foi mais rápida, daí que viu meu pau, ou melhor, olhando fixo, a ponto de não segurar um riso maroto, soltou: “Nossa! Mas, tá um homem crescido!” Enquanto eu estava ruborizado, com o coração quase saindo pela boca, ela mais parecia era estar zombando. Ainda sem conter o riso, disse que o priminho tinha ligado a pouco avisando que iria com os coleguinhas num McDonalds ou coisa parecida. Será que tinha entrado só para avisar? Mal comecei a imaginar isso, quando ainda com a maior malícia, algo que jamais associaria a ela, não só por ser parente, mas porque a última vez que a tinha visto eu era criança, quase da idade do priminho, de modo que era todo inocente, disse: “Sou carne velha para ti! E depois sou tua tia!”, como se quisesse justificar sua entrada inesperada ali.
Não sei explicar, mas essas palavras acabaram tendo um efeito contrário em mim! Quando ela já ensaiava dar meia volta, cravei o olhar nos seios que a camiseta regata que vestia mal cobria e depois me fixei na bunda quando se virou. Agora, não via mais a tia, mas só uma quarentona, com um corpo bastante razoável para sua idade, por não fumar nem beber. Aí foi puro instinto! Larguei a toalha sobre a pia e como ela já estava de costas, já tinha dado um ou dois passos, por isso demorou um segundo a mais para perceber meus movimentos. Foi o tempo que precisei para dar um salto e a segurar pelo braço. Agora, era a minha vez de proporcionar surpresa! Como um raio, já havia metido a mão por baixo da saia e passava a mão sobre a calcinha, enquanto tentava colocá-la de frente para a pia. “Menino! Tá doido? Sou tua tia!”, falou, sem conter um risinho que teimava em lhe escapar, me passando a impressão de que mesmo surpresa, a agradava o que estava ocorrendo, não parecendo incomodada, tanto que não senti nenhuma censura no tom das suas palavras.
E se por acaso, ainda pudesse restar alguma dúvida quanto a estar descontente com tudo aquilo, acabou quando a encoxei, após ter levantado sua saia e a pressionando com o pau bem no rego da bunda, enquanto a segurava firmemente pelos quadris. Depois de ensaiar um vai-e-vem com o pau roçando na calcinha, por entre as coxas, disse: “Pode ser sem camisinha, tia?” Ela virou o rosto e me ‘respondeu’ com um sorriso cúmplice, como se dissesse: “Vai em frente!”
Lembro que após ter baixado a calcinha, segurei cada lado da sua bunda e a deixar bem abertinha com os dois polegares separando bem as ‘bochechas’ da bunda. Via a entrada da buceta, uma penugem ralinha e um pontinho todo enrugado, rsrsrs, que certamente meu tio nunca experimentou. Meu pau já estava duríssimo, curvado para cima, a cabeça, um vermelhão, rs, que roçava na entradinha, rs, era só empurrar e correr pro abraço! “Tio, desculpa, mas agora não tem como voltar!”, que a fez sorrir quando ouviu isso. Como era mais alto que ela, tive que flexionar para encaixar o pau, e ainda assim vi que ela ficaria na ponta dos pés. Já tinha entrado metade do pau, quando voltei a segurá-la pelos quadris. O restante do pau enterrei numa atochada só, firme, a ponto de lhe ter arrancado um gemido quando grudei a barriga nas suas costas. Também notei que suas unhas estavam brancas devido a pressão ao se apoiar nas bordas da pia.
Pelas minhas contas, transamos mais ou menos uns dez minutos, que acabou com uma fantástica sequência de duas ou três esporradas que dei. Lembro que quando senti que o leite iria jorrar, atolei o pau e a segurando com força, mal dei o aviso e já fui inundando-a com porra.
Lembro que após ter baixado a calcinha, segurei cada lado da sua bunda e a deixar bem abertinha com os dois polegares separando bem as ‘bochechas’ da bunda. Via a entrada da buceta, uma penugem ralinha e um pontinho todo enrugado, rsrsrs, que certamente meu tio nunca experimentou. Meu pau já estava duríssimo, curvado para cima, a cabeça, um vermelhão, rs, que roçava na entradinha, rs, era só empurrar e correr pro abraço! “Tio, desculpa, mas agora não tem como voltar!”, que a fez sorrir quando ouviu isso. Como era mais alto que ela, tive que flexionar para encaixar o pau, e ainda assim vi que ela ficaria na ponta dos pés. Já tinha entrado metade do pau, quando voltei a segurá-la pelos quadris. O restante do pau enterrei numa atochada só, firme, a ponto de lhe ter arrancado um gemido quando grudei a barriga nas suas costas. Também notei que suas unhas estavam brancas devido a pressão ao se apoiar nas bordas da pia.
Pelas minhas contas, transamos mais ou menos uns dez minutos, que acabou com uma fantástica sequência de duas ou três esporradas que dei. Lembro que quando senti que o leite iria jorrar, atolei o pau e a segurando com força, mal dei o aviso e já fui inundando-a com porra.
O banho foi perdido por causa daqueles dez minutos com a tia! Tive que voltar ao chuveiro e quando ensaiava arrastá-la para o banho comigo, tocou o telefone e só por isso não pude continuar arregaçando ela, pois ela saiu dali correndo para atender o maldito telefone. Minutos depois, enquanto almoçávamos, como se nada tivesse acontecido, rs.
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